O que enxergas nos meus olhos são os teus olhos
que captam a incógnita do meu instante, e faz com que a minha mente, mesmo em
traços negros e finos, escreva no agora, uma alegria tão profunda invadindo a
minha casa, sem prejudicar as plantações existentes; o frasear dos frutos em
palavras psíquicas, meu tema de vida.
As palavras mudas no teu som musical, cristalinos e vibrantes no ar, leva-me para o caminho do verbalizar-te em minhas primárias escritas, tais saídas direto de uma pintura, que me faz ler teus inventos, formosos e pautados em janelas desenhadas com a abstração das estrelas, bem maior que acontecimentosem si. E , como estou sempre mergulhada nas
tentativas de escrever-te com o corpo todo, acrobática, envio setas: a grande
medida do silêncio, aberta para escutar-te. A divina dança da ventania que sopra em teus lábios, cuja atuação é desarrumar
os meus papéis e abrir a minha arca.
As palavras mudas no teu som musical, cristalinos e vibrantes no ar, leva-me para o caminho do verbalizar-te em minhas primárias escritas, tais saídas direto de uma pintura, que me faz ler teus inventos, formosos e pautados em janelas desenhadas com a abstração das estrelas, bem maior que acontecimentos
Canteiro Pessoal