2009-05-26

Reticiências


Era uma vez...


A cor muito rara que se chamava tua para sempre. Com imensa luz do amarelo, como toda a gente e sentir como alguém. Por cartas impressas ao fascinante do achado e um destino diferente. Do declamado amo-te, na qual o sentir não existe em palavras que possam descrever. Amor ganho em alto preço e tudo é cor no correspondido e isso basta. Cor muito além do fenômeno visual, pois é estado de ser, e é a própria imagem do mil vezes em dupla honra; a morada daquele que é pulsar no belo e sua alma é entregue e pertence. Beija boa noite em elegância.


[...]


Tudo como sabes e sentes o que sinto por dentro, dizendo os nãos que preciso para mudar. Não que tivesse tentado no engabelar-te pelo sim da alma no clamante, mas como amor e mais forte que o orgulho, me laçou no crescer do humilde não. No antes da fundação do mundo e correspondido amor que dançavas escrevendo o mesmo assunto e que percorre nos dias atuais, prometendo conversar comigo até a finitude contagem dos meus dias, que tão somente lhe pertence, pois o poder está em seu domínio. Tantas cartas deixastes e conta o que quer dizer-te, e quem tem ouvidos ouça ! Conforto para a alma e não fecha a porta para aquele que bate. O simples que tão é, psicografo que não queima, mesmo que, muitos queimem no não escutar. Pois é o estar do início, meio e fim no persuadir de sempre e no ar leva o segredo do abrir portas duras e, outra vez, no esvaziar que espera pacientemente, eu que tu, que há tanto poder no nós. Buscar do luar, que consegue ler o indizível, e não encerra a leitura. O amanhecer do sentimento imutável, e em tardes conhecimento ilógico do que é amor, assim do sem igual, liberando [nos] e em meus lábios mortais o sim do amo-te, que descobre entre noites a luz. Sentimento que tem vida no dois em um. Tão puro e não encontra explicação, mas o caminho para a salvação. A minha vida termina no momento do começar e no levar ao morrer do eu e a chegar no não morar na alma, pois há tripidação. Do alistar no inteiro e viver no perto de ti, para não desviar e parar o deixar de viver no profundo que importa. Está perdida no amado de seus braços, ao desconhecido enunciado do contigo andar, amor que ama e meu nome chama baixinho, me faz declamar um soneto de amor enquanto o espírito que é ministrado toca a alma. Ando o quero estar perto de ti. Não lutar ou discutir. Com a fotografia no bolso do coração, querer ter que te lembrar a cada instante, pois significar um breve esquecer sucedo ao cabo das tormentas. Nas cartas, presente dado aos meus dedos, faço-te na chance de olhar mais terna do falas comigo. Morada como fuga nos seus aposentos, ninho nosso, porque lá o sentir para o céu como paisagem, a beleza que junta o tu és assim como és, é palavra que dá o sentido aos dias e lança no haja para dizer apenas deixe-me te amar. No relance soprar hálito teu e a beijar escrevendo nos lábios confiança, as noites adormecem e palavras persistem mais tempo. Doçura saem dos olhos da poetisa tua para sempre, numa tarde de crepúsculo. E quando nasce e renasce, o jeito do querer mais, a noite se ilumina de raios que ligam o sempre viver pra amar-te. No jeito de me abraçar e fazendo acreditar no voar. Assim, rio acima, rio abaixo, nas curvas do guardado lugar jardim secreto contigo, preciosidades emanam o tudo que posso ser no falante do nós. Falante que exprimo seus olhos.


Canteiro Pessoal

2 comentários:

O Profeta disse...

No sul mora a saudade
No peito de mulher sem nome nem guarida
Que percorre a beira-mar entoando
Um chamamento de nostalgia

Porque o amor não se detém
Às vezes enlouquece a loucura
Tempestade ou bonança
Planta sedenta da ternura


Boa semana



Mágico beijo

Miss. Marli disse...

Querida Priscila

Tenho acompanhado seu blog já a um tempo e a sua forma de se expressar no tocante a Deus é simplesmente fantástica, ela é sútil e edificante.

Parabéns mesmo pelo talento que o jardineiro te deu.

Meu blog é simples, objetivo, são apenas palavras de motivação. Mas se quiseres visitar, seja bem vinda.

www.missmarli.blogspot.com

Abraços.