2010-05-28

Ousa?


Na pergunta do quem és, estar na essência do por trás da maquiagem social. O silêncio soprante atrás do pensamento na chegada, mesmo fitando e nada captar. Simplesmente, esmiuçar a perseguição com o olhar de borboleta em totalidade deslumbrante. No levantar os braços e prenunciar a prática do movimento imitando o bailado. Voar no alto da copa retornando em pouso suave nas mãos. Não conseguir dizer o versejar da atração instintiva e inexplicável. Apenas halitar: - Os teus dedos sinalizam o caminho cuidando dos predadores a postos no deredor. Lobos à espera de uma brecha no núncio da face em mendingança. Portanto, desregrando para adentrar no alvo e avançar. O conhecer do respirar na língua de que falta conhecimento à cerca da história, pois nulo é um livro sem letras, melhor, letrativo sem entrelinhado. Afinal, no currículo da famosa faculdade científica, os sonhos caem no abortado. A paixão pela vida de dentro em pleno esmagamento, dilacerar em grito. Em que vertente a capacidade de perguntar e de procurar respostas é entrar de cena ? O zombar corrente emita-se no cheiro dos cibernéticos. E os sons como se estivessem numa disputa teatral. Pela complexidade humana, racionais não penetram no oposto. Nada sabem sobre a própria personalidade, como andarilhos no campo de dentro. Em ruínas, medíocres no poetar da vida, porque não se empenham no conteúdo que nada é par em curriculares técnicas. A massa robotizada nas orientações gélidas de dissecação da pele, músculos, artérias e nervos. Impacto em futurar diante de um suspiro transpirando que transcorre a perca da sensibilidade, obstruindo a capacidade do embrenho profundo. O treinado no ser-se lógicos e objetivos, sem desenvolvimento de habilidades para lidar com o território das emoções e o relacionar metamorfal brilhante.


. canteiro pessoal

4 comentários:

Canteiro Pessoal disse...

Ergui-me, com ânimo de ganhar a casa sem demora. Mas os joelhos dobraram-se, e um fio de gelo correu-me pelo corpo, arrufando a pele e erriçando-me os cabelos; foi-me preciso grande esforço para dominar-me, e vencer o susto pueril que me tomara de surpresa. Tinha ouvido uma voz trêmula que rezava cantando à surdina uma ladainha de igreja; e pareceu-me que afinal chegara a ocasião de ver surgir diante de mim um desses fantasmas que nas minhas extravagantes elucubrações, eu tantas vezes evocara.

[Alencar, José de]

Juan Moravagine Carneiro disse...

A estrada do excesso leva ao palácio da sabedoria...


William Blake

Sr do Vale disse...

Depois de um texto, que terei que ler várias vezes, pois o volume de "locubrações" excedem minha capacidade de absorção a primeira leitura, por saber, pouco, mas com intensidade quem és, fico sem palavras pois houvera sitações de Alencar e Blake, e quem haveria eu de citar no comentário? Penso em Núllius, sim um desconhecido que não existe, do latin, Nulo, Nada, Nínguém.

Canteiro Pessoal disse...

Vale. Capturar adentrando nas re-leituras, à reflexões incalculáveis. As palavras escritas em busca com esmero no [teu] dentro e com extremo zelo. Portanto, Núllius é o substancial e de extrema valia, o copista do que jorra na alma, e sangue que corre nas veias.

O cultural catastrófico nos direciona a preferimos adotar, por simples opção, soluções por vezes bastante intelectualizadas na tecla técnica, e nulo chegar às vias do excessivamente abstrato.