2010-05-10

Tatear-se


Para não esquecer, esquece-se do. Da busca à descoberta da expressão incomum. Os sons e sinais para adentrar a face que, desprende-se dos moldes tradicionais. E no início da carreira a escravidão bater em retirada por um fator já observado em nome de identidade. Uma intensidade festejando os manjares antes desprezados. A poética com linguagem e tematização do sentir que não se senti, apenas acredita e respira. Essa exploração do desvendar atrás do pensamento afirmando faces, proveniente o coração selvagem literar retratos. Mas, que no escondido chorando por toda verdade trancafiada, o secreto segredo. E no jardim secreto, o primeiro livro que lê, pontuando as mentiras assumidas. Si em si, na finalidade de afirmação forte. Onde o que tinha a ser dito, não dito. O enredo não conduzindo a língua sobre realidade obscura e solitária. Um mosaico em fraude, a nulo trilhamento que diz respeito à reflexão. E sim, métodos. Mas, pincelar-se fragrância nas notas que desenvolvem desdobrados. A pele em mistério no mistério, que enuncia o clamor: por que oceanar o afastamento do amor ? É uma aventura recordando os braços que não se afastaram, como tal no outroro escolhido errar de caminho. Pois, no instrumento, as bolinhas cinzentas o real do espírito amora em cura. Perdoar ? O capaz de penetrar em labirintos mais retorcidos da mente.

. canteiro pessoal

2 comentários:

Canteiro Pessoal disse...

O silêncio do teus passos traduz agora a fala e meu próprio silêncio dita. Este passado por deixar apenas a ausência dos meus olhos na tua história entre os fatos da vida.

Juan Moravagine Carneiro disse...

Adorei esta imagem...ela casou perfeitamente com o texto...!

Abraço