2010-10-31

A graça de um estado

Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular.

Abreu, Caio Fernando


do pacto,
o óbvio e o absurdo
dentro e fora
com sementes da memória,
de ar em águas profundas.
a vertente formosa,
conduzindo a paz no leito
e de sabor manifesto:
luminosidade.



. canteiro pessoal
. imagem: Sr do Vale - Vertente

7 comentários:

Noslen ed azuos disse...

Oi Priscíla... das formas em cores das pinturas do Sr do Vale, suas palavras se mistura ao sentido da luz.

bjs
ns

bela foto esta do seu banner, por acoso é sua?

Colecionadora de Silêncios disse...

Olá. :)

Que lindo é o seu blogue! Adorei tudo por aqui!

Esse poema é belo... a imagem é perfeita para ele. O azul transmite a paz dos elementos que vc citou nele: ar, águas, paz, leito e luminosidade.

Adorei! Parabéns!
Beijos

Lara Amaral disse...

Ficou perfeito para a imagem o seu poema. Linda comunhão, como sempre!

Beijo.

Jorge Pimenta disse...

priscila,
sempre temi os pactos; não pelo que nos oferecem, mas pelo que custam em termos das concessões individuais. há ganhos e perdas, dentro e fora, e aquela luminosidade que se conquista pode, afinal, não ser mais do que o rasto de luz que escorre da candeia a quem o petróleo finou...
belíssimo texto!
um abraço com pétalas na pele!

Suzana Martins disse...

Do pacto as palavras que escorrem nas águas das sentimentalidades!!

Lindo!!!

Beijos

Mai disse...

Diálogo perfeito entre o poema e a arte do Sr. do Vale.

abraços

Sr do Vale disse...

luminosidade feita de goticulas de palavras.