2011-01-15

Da missiva que mandou?

Um dia, você vai aprender uma coisa que não pode ser explicada pela ciência. E quando isso acontecer, sua vida vai mudar de uma maneira que você não pode sequer imaginar.


Sparks, Nicholas


Quando se embrenha nos braços a descoberta faz pintura num grito aproximado do microfone que, no assumido da intimidade ímpar ocupando o palco fronte escuridão desmedida. Os brotos abrem-se atraentes como um leque em reverência as dádivas dos céus e, sempre passo a passo à luz brilhante e envolta no habitat quente. Dos muros que se rompem redefinindo o corpo do livro, recheado dos olhos azul-claros. E das salivas, as madeixas escuro nas variadas tintas dançam, e o agito desagita a turbulência mental, pesca-se o prato de lentilha. Anda-se lado a lado. A imaginação adentra a casa amável e tão aguardada do real, o que os olhos vêem da face proximal, e se envolvem no capaz de falar tudo, ao mesmo ponteiro o ficar quieto. De pé com a presença, derrete-se, e o que o coração esboçado do estúdio vivo, imagens se molham, sentindo o penetrar estranhamente aprazivelmente indescutível do campo incomum que ao indiferente não há prosa.

. canteiro pessoal

6 comentários:

Suzana Martins disse...

Coração que derrete em palavras e esboçando imagens vivas e cheias de sentimentalidades!!

Beijos querida!!

Bom domingo...

Juan Moravagine Carneiro disse...

vc sempre intensa... bj!

Paulo disse...

Conversas imagináveis envolvem senti/dos/mentos e refletem estranhos
viveres. Cartas sem respostas flutuam no ar e os pombos as entregam.


Muito bom, Priscila

Canteiro Pessoal disse...

Rafael, a palavra 'intenso' se faz presente, também, nas vossas notas.

Abraços

Canteiro Pessoal disse...

Paulo, homem inteligente... VERDADE!

Abraços

Canteiro Pessoal disse...

Suzana, no chão das palavras montando o quebra-cabeça; das nuvens obtendo o infindo.

Abraços