2011-04-18

Canteiro

Conservada lá no fundo dos olhos como campo, na flor pequena da sensação.

[Vetter]




À porta do tom além do espelho com cores sentidas na prova indescritível de partículas a toda espécie em retratos estrelados e borrados; poesia na tinta que escorre. O reparo no ambiente dando para os diálogos pele de pétalas, gestos que traduzem recomeços e estágios acompanhados por um excelente café; produções simples no som que pulsa. Do barro a voz calorosa trautativa em corpo de rochas e faz tempestade o letrativo transpirante no glóbulo ocular vestido de sopro, que das estações a pensar infindas, páginas viciantes na sinfonia é visão embriagada num acervo desalinhado, com membros e coração na devotação à morada da inspiração - o caminho e a rosa.


Canteiro Pessoal

2 comentários:

Paulo disse...

Os espelhos que delatam sãos os mesmos que caminhos mostram. Canteirar pétalas em busca do recomeçar.
Dá-me cá uma xícara..

Belo Pri

Canteiro Pessoal disse...

Paulo, abdicando dos caminhos para adentrar profundo ao caminho acertível, donde o cheiro é agradável e traz respostas para os espinhos.

Abraço querido.