2011-06-08

lógica na ilógica lógica!

A tampa do baú foi quebrada. O cadeado sem chaves arrombado e as dobradiças desparafusadas. Traças e cupins proliferando.

Diesel, Paulo



Os entrelaços do tudo não sabido, das sentidas reais notas no aqui é agora. E pelo oceano de mistérios que se exprime nos degraus o livro. Mas, não se ousa queixar a favor do verde secreto dos olhos, que tornarão maduros. Qual fruta será para apreciação, degustação ? A razão dos longos e profundos, que parte a parte, sucederá devoramente intensificado, já assegurado logo em tom justo – dedos macios; da cumplicidade que já anuncia oásis. A luta que percorre a alma e, em noites e dias famintos, que é, e de além do sol, a terra escreve: azul ! A escrita na laje da moradia ? Não ! No castelo que desassossega, com a lua rondando as estrelas, o dragão interior na indagação: - Aonde se está nesta situação ? Contudo, o canteirado dos pássaros sem som, na situação de coração fechado que se envelhece e, é desconhecida a autoria do ser-se. O comodismo que nada acrescenta, desfigura-se; o violento toma posse, e nada do que está escrito se renova. Sim ! Quem leva à vida como poeira do chão. Cansaço. Residir no sepulcro !


Canteiro Pessoal

2 comentários:

Adriana Aleixo disse...

Tocante! Parabéns!

Amei a citãção do Paulo.

Bjo, querida!

Canteiro Pessoal disse...

Adriana, precisas ler todas as outras partes que acompanham a citação, que confesso, o amei relatado será multiplicado - aumentado.

Abraços querida!