2011-06-12

temática do mar

A gravação da estação aberta,
Que no arder de outra vez
O trem instaura metamorfoses.
É saliva de habitat interno !
Das vírgulas silenciosas,
Pelo dizer puro,
(no mapa faz nu.)
Das manhãs fabulosas
Com jardins de verão;
Linhas invisíveis a pensar poemas.
A figura das notas febris
Retratadas no ponto maior da transparência.
O núcleo da linguagem a casa.
De escrita como coração em obras;
Arte vascular a alma - os pés,
E que revela o livro do ouve-se.
Legível inverno em narrações impecáveis.


Canteiro Pessoal



não isoles os teus sentidos, não os atires
como pedras.

Nené, Tiago

5 comentários:

Loubah Sofia disse...

Margaridas brancas em profusão para Ti.

Boa Semana e um abraço

Canteiro Pessoal disse...

Sofia, agradeço pela visita.

Estive no teu espaço, mas não encontrei o local para fazer comentário. De qualquer forma, deixo registrado que gostei da sua escrita. Com certeza, voltarei mais vezes.

Abraços, fica na paz e excelente semana!

Paulo disse...

De dentro vem muito pra fora e o sentido das coisas se extravasam e é assim que se consegue mostrar o verdadeiro sentimento.
Complementar é preciso.

CARLA STOPA disse...

Lindo...

Cris de Souza disse...

oceânica!