2011-08-02

raio



De manhã a imagem dá às pernas, com o reflexo e sombra pertinente, a saída imediata da zona de conforto e confrontos; o canto sábio dos pássaros à corrente sanguínea. E quando, a palma das mãos apropria-se do resguardar, os céus se abrem. As folhas já não mais pertencem ao palco atrofiado.

Canteiro Pessoal

3 comentários:

Suzana Martins disse...

Deixaram as pétalas abandonadas no banco da praça, e junto com elas, toda a saudade perfumada numa simples lembrança.

A beleza do pretério percorrendo nas veias de um pássaro com asas largas...

Beijos Pri!!^^

Jorge Pimenta disse...

a fuga da projecção é todo o espelho feito para mostrar mas jamais se poder ver. no dia em que à sala de espelhos for parar, fecha-se por dentro e engole a chave; nenhum corpo existe para viver dentro da imagem.
beijinho, amiga!

paulo disse...

Uma manhã, duas manhãs, várias.
Quando o pássaro canta e seu cantar toca a alma vê se que os raios de sol ainda brilharão por muito. Tempo.

Abraço, Pri