Mas e agora? estarei mais livre?
Lispector, Clarice
Lispector, Clarice

No desfecho de um encontro, Georgiana, com o usurpamento no trajeto da vida do que lhe era essencial, assim como andar das montanhas aos vales, esbarra nas metáforas originais, cujo alinhamento traz a capacidade para a transformação mental com reflexões dantes chamadas de alegria - se relê! E no secreto jardinar da raiz mais profunda e viva, transborda: o sistemático no caminhar desaproxima, a visão dos loucos aproxima, por isso a razão de se ter pessoas de alma com o espírito da vida na base.
A luz presente do sol faz seu testemunho apertar as mãos do amor, e se aventurar mesmo contendo por dentro uma desorganização profunda, os resquícios das dores dos dias - ainda DIAS de cão como um tripé estável. Os vultos na contaminação do isolamento. E o fechar da porta principal que dá acesso a coragem de simplesmente ir.
No entanto, persona na atuação de esmagada como um inseto adentra a casa do oleiro encontrável e direciona-se a varanda com os olhares do pincel que acorda todas as manhãs até a sua face amarelada, este abrir e fechar dos olhos desiludido, no que não é compreensível nas horas longas - como faço agora? ----- aceita a jornada árdua através da desintegração precisa; viver a aterradora liberdade deste temor novo que corta a carne em pedaços e distribui à fome.
Canteiro Pessoal
3 FRUTOS:
Enfim, retorno! Mas, com uma postura diferente.
À todos um grande ABRAÇO!
Bela composição, querida, e profunda! Abraço!
Estende em mim sorrisos inteiros com a sua volta...
Beijos e beijos!!
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